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Lustosa
da Costa
Jornalista
político desde agosto de 1954 no Correio da Semana, de
Sobral, Lustosa da Costa é um milionário de amigos. Ama o uísque
no Ceará, o vinho na Europa e em Brasília, as mulheres em toda a
parte, Jorge Luis Borges e Oscar Wilde se o mandassem, muito
contrariado, para uma ilha deserta. Afora fazer amigos e conservá-los,
escreve artigos políticos e crônicas. Produziu romance
"Vida, paixão e morte de Etelvino Soares", elogiado por
Claude-Lévi Strauss, Alice Raillard, Antonio Torres e um livro
de contos "Foi na seca do 1919", ambos livros tendo
Sobral como cenário. Escreveu ainda livros de crônicas, como
Rache o Procópio que recebeu o prêmio Ideal Clube de
Literatura, Sobral do meu tempo, elogiado por Jorge Amado e é
membro da Academia Brasiliense. É jornalista e sobralense em
tempo integral
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