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SUBLIME CATEDRAL
E, de repente, fez-se silêncio.
O teu corpo, vulcão e lava,
transpirava uma serena madrugada.
Na convergência das linhas ancestrais,
brilhava um novo Sol.
Despontava nos vitrais da sublime
catedral do teu corpo, gerando
a metamorfose da vida.
Agora, na paz contemplativa e alva
dum sorriso, nos sentíamos
recompensados, continuados!
Fernando
Santos
20/11/2000
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